Acho que esse livro toca em pontos que muitos de nós podemos nos identificar, pois fala sobre experiências que vivemos na nossa infância com nossos pais e cuidadores, que por mais que tenham as melhores intenções, também carregam uma história de sofrimento e de necessidades emocionais não atendidas. A autora traz a ideia de que essas necessidades não atendidas de nossos pais, quando não cuidadas, podem influenciar na maneira com que vão nos oferecer os cuidados. 

Muitas vezes ouvimos pessoas se gabando de terem amadurecido muito cedo, de terem sido responsáveis por várias coisas muito novas, e isso pode, em um primeiro momento nos soar muito interessante. Mas quando olhamos com cuidado para essas histórias, por vezes nos deparamos com o desamparo e uma necessidade muito grande de se antecipar às necessidades dos outros, de se adaptar, de fazer tudo para não incomodar, deixando de lado quem se é, e o que se deseja. 

 

A versão em inglês desse livro traz um subtítulo que acho muito mais interessante: “a busca pelo verdadeiro self". Acho que a importância de olhar para a nossa história não está em apontar culpados, mas na possibilidade de reconhecer e legitimar o que foi doloroso, se permitindo sentir o que não teve espaço para aparecer.

Talvez a maior ferida - não ter sido amado pelo que se era realmente - não se cure sem um trabalho de luto.

Acho que esse livro toca em pontos que muitos de nós podemos nos identificar, pois fala sobre experiências que vivemos na nossa infância com nossos pais e cuidadores, que por mais que tenham as melhores intenções, também carregam uma história de sofrimento e de necessidades emocionais não atendidas. A autora traz a ideia de que essas necessidades não atendidas de nossos pais, quando não cuidadas, podem influenciar na maneira com que vão nos oferecer os cuidados. 

Muitas vezes ouvimos pessoas se gabando de terem amadurecido muito cedo, de terem sido responsáveis por várias coisas muito novas, e isso pode, em um primeiro momento nos soar muito interessante. Mas quando olhamos com cuidado para essas histórias, por vezes nos deparamos com o desamparo e uma necessidade muito grande de se antecipar às necessidades dos outros, de se adaptar, de fazer tudo para não incomodar, deixando de lado quem se é, e o que se deseja. 

 

A versão em inglês desse livro traz um subtítulo que acho muito mais interessante: “a busca pelo verdadeiro self". Acho que a importância de olhar para a nossa história não está em apontar culpados, mas na possibilidade de reconhecer e legitimar o que foi doloroso, se permitindo sentir o que não teve espaço para aparecer.

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